quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sobre a Germed Pharma

Institucional

No ano de 2002, nasceu a Germed, uma marca de produtos genéricos voltada não só ao mercado brasileiro mas também ao exigente mercado europeu. Seus produtos conquistaram o mercado e a empresa passou a crescer rapidamente, buscando novos caminhos.

Em 2009, a Germed deixou de ser uma linha de produtos. Cresceu e se estruturou tornando-se uma importante Indústria Farmacêutica brasileira, a Germed Pharma, empresa respeitada por médicos, farmacêuticos, balconistas, fornecedores, clientes e pacientes.

Fundamentada em três princípios básicos - proximidade, integridade e profundidade -, a Germed Pharma acredita que toda oportunidade de relacionamento é valiosa.

E para conquistar seus diversos públicos, a empresa pratica comunicação diferenciada, que atende as necessidades especiais de cada um.

Queremos trocar experiências com nossos médicos, estimulando um diálogo construtivo sobre sua especialidade. Afinal, nada melhor do que ouvir a opinião de quem vivencia a realidade. Para isso a Germed Pharma tem uma força de vendas altamente treinada e qualificada.

Oferecemos suporte e conhecimento aos farmacêuticos e balconistas, a ponto de pensarmos juntos novas idéias e propostas ainda inexistentes no mercado. Queremos construir uma relação em que ambos sejam beneficiados.

Procuramos sempre entender as necessidades do nosso consumidor final, proporcionando a ele um produto de altíssima qualidade a um preço justo, promovendo seu bem estar. A Germed Pharma prova que a sua maior preocupação é promover saúde a todos.

A Germed Pharma evita o lugar comum e os velhos clichês. Produz medicamentos de alta qualidade e exporta para o exigente mercado Europeu. Acreditamos no diálogo como fonte de aprendizado e conhecimento. A Germed Pharma é uma empresa incomum.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Fazer tatuagem ou colocar piercing exige mais cuidados que você imagina

Principalmente quem tem problemas dermatológicos deve consultar um médico antes

O professor Tiago Lacerda Oliveira, 24 anos, há muito quer fazer uma tatuagem. Porém, o desejo sempre foi barrado por um empecilho. Ele sofre de vitiligo e, como qualquer outro problema de pele, necessita cuidado especial na hora de uma intervenção.

Só discuti com minha dermatologista sobre o tratamento do vitiligo. Agora, pretendo conversar sobre a possibilidade de uma tatuagem. Sei que é uma decisão séria.

As tatuagens, assim como os piercings, deixaram de ser apenas demonstrações de rebeldia, popularizaram-se e saíram dos guetos. Contudo, muita gente ainda acha que basta uma agulha e tinta para gravá-la. A realidade, porém, não é tão simples assim.

Se vejo uma mancha de nascença, cicatriz, micose ou qualquer alteração na pele, só tatuo com uma autorização do dermatologista. É uma forma de garantir a qualidade do meu trabalho e a saúde do cliente - diz o tatuador Lico.

Há 18 anos no ramo, ele explica que o aval médico é imprescindível, já que a tatuagem pode esconder uma marca de pele com indícios de câncer, por exemplo, se o caso for sério. Lico garante, entretanto, que esse cuidado não é usual entre outros profissionais da área. Segundo ele, 80% dos tatuadores não se preocupam em saber o histórico da pele dos clientes.

A atitude de Lico é celebrada pelos dermatologistas. De acordo com o médico Alexandre Filippo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, muitas pessoas têm distúrbios de cicatrização que só serão descobertos depois de feito o desenho.

Nesse caso, deve-se evitar a tatuagem. Pessoas com alergia aos corantes das tintas também. Essas últimas, inclusive, podem até desenvolver uma alergia crônica - alerta.

A cor da pele só é relevante no caso de arrependimento, segundo o médico:

A pele negra tem mais melanina, o que dificulta a retirada com laser.

Quanto ao vitiligo e quaisquer outros distúrbios de pigmentação, Filippo avisa que é indispensável um teste dermatológico antes da decisão. Não é contraindicado, mas o paciente deve conhecer a situação da própria pele.

Furos cuidadosos
O piercing também exige cuidados extras, já que há uma perfuração da pele. Para aqueles que têm algum problema cutâneo, a atenção maior é no momento da cicatrização. Apesar de perfurada, a pele não sofre uma raladura, exigindo um tratamento diferente.

É uma sutura, limpa e seca e não pode ser cuidada com pomadas ou sprays - explica o body piercer Áter, no ramo há 10 anos.

O profissional, que indica apenas antissépticos naturais, mantém um cadastro com o histórico de saúde de todos os clientes.

Preciso saber se ele tem algum problema de pele, se é hemofílico. Até quem vai colocar um segundo piercing deve preencher o cadastro de novo.
A intenção do profissional é, justamente, garantir uma cicatrização tranquila.
Quem já tem alguma restrição raramente quer colocar piercing. O que causa maior transtorno é a falta de cuidados.

Áter entrega sempre um folheto explicativo para os clientes, no qual todas as recomendações são expostas.